Insistência em mesmice
Insistência em mesmice é a preferência intensa por previsibilidade, rotinas, padrões ou continuidade, acompanhada de dificuldade ou sofrimento diante de mudanças.
Insistência em mesmice é a preferência intensa por previsibilidade, rotinas, padrões ou continuidade, acompanhada de dificuldade ou sofrimento diante de mudanças.
Reciprocidade social é a coordenação de iniciativas, respostas, atenção, emoções e interesses entre pessoas ao longo de uma interação.
Estereotipias são movimentos, sons ou ações repetitivos e relativamente invariáveis, como balançar o corpo, mover as mãos, vocalizar ou manipular objetos de modo repetido.
Comunicação social é o uso integrado de linguagem verbal, comunicação não verbal, reciprocidade e ajuste ao contexto para iniciar, manter e compreender interações.
Hipótese cognitiva sobre atribuição de estados mentais a si e aos outros, usada na literatura para discutir socialização e autismo.
Engajamento intenso, profundo e recorrente em temas ou atividades específicas, reconhecido pela CID-11 e pelo DSM-5 como um dos padrões restritos e repetitivos do TEA, mas também descrito de forma neuroafirmativa como fonte de expertise e prazer.
Estado de concentração intensa e prolongada em uma tarefa ou interesse, relatado por pessoas autistas e por pessoas com TDAH, sem constituir critério diagnóstico oficial isolado em nenhum dos dois quadros.
Capacidade de compreender e responder aos estados mentais e emocionais de outra pessoa; no autismo, a noção de déficit unilateral de empatia tem sido contestada pela teoria do duplo problema de empatia.
Capacidade de coordenar a atenção entre um objeto e outra pessoa para compartilhar interesse, considerada um marcador precoce do desenvolvimento social e um sinal de alerta relevante para o TEA.
Teoria do autismo, desenvolvida por pessoas autistas, segundo a qual a atenção tende a concentrar-se intensamente em poucos interesses de cada vez, em contraste com a distribuição mais ampla de atenção descrita como politropismo.
Uso social da linguagem verbal e não verbal para se comunicar de forma adequada ao contexto, incluindo reciprocidade na conversa e compreensão de sentidos não literais.
Conjunto de processos de controle cognitivo, como memória de trabalho, inibição, planejamento e flexibilidade, que apoiam a organização do comportamento orientado a objetivos.
Um dos dois domínios diagnósticos centrais do TEA, que inclui movimentos ou uso repetitivo de objetos, insistência em rotinas, interesses fixos e reatividade sensorial atípica.