Enriquecimento curricular
Conjunto planejado de experiências que amplia profundidade, complexidade, variedade ou autonomia do currículo para responder às necessidades de estudantes com altas habilidades ou superdotação.
Conjunto planejado de experiências que amplia profundidade, complexidade, variedade ou autonomia do currículo para responder às necessidades de estudantes com altas habilidades ou superdotação.
Conjunto de processos de controle cognitivo, como memória de trabalho, inibição, planejamento e flexibilidade, que apoiam a organização do comportamento orientado a objetivos.
Uso social da linguagem verbal e não verbal para se comunicar de forma adequada ao contexto, incluindo reciprocidade na conversa e compreensão de sentidos não literais.
Teoria do autismo, desenvolvida por pessoas autistas, segundo a qual a atenção tende a concentrar-se intensamente em poucos interesses de cada vez, em contraste com a distribuição mais ampla de atenção descrita como politropismo.
Subgrupo da população autista historicamente subdiagnosticado, devido a critérios diagnósticos originalmente calibrados em amostras majoritariamente masculinas e a maior tendência à camuflagem social.
Diversidade existente entre formas de funcionamento neurocognitivo humano. O termo também sustenta um paradigma e um movimento social que contestam a redução automática de diferenças neurológicas a defeitos.
Especificadores clínicos do DSM-5 que indicam, separadamente, a intensidade de apoio requerida nos domínios de comunicação social e de comportamentos restritos e repetitivos.
Forma de linguagem identitária que apresenta o autismo como parte da identidade da pessoa. Pesquisas indicam preferência frequente por essa forma, sem consenso universal entre idiomas, culturas e indivíduos.
Na Teoria da Desintegração Positiva de Kazimierz Dabrowski, disposição inata para reagir com intensidade excepcional a estímulos em cinco domínios: psicomotor, sensorial, intelectual, imaginativo e emocional.
Nomenclatura educacional brasileira para estudantes com potencial elevado e desempenho ou possibilidade de desempenho destacado em uma ou mais áreas, reconhecidos como público da Educação Especial.
Serviço da Educação Especial que organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade para eliminar barreiras e ampliar participação e aprendizagem, de forma complementar ou suplementar à escolarização comum.
Fenômeno descrito por pessoas autistas e pela literatura como exaustão intensa e duradoura, redução de funcionamento e menor tolerância a estímulos, associado a estresse crônico e falta de apoio adequado.
Conjunto de estratégias e processos usados para reduzir a visibilidade de características autísticas ou compensar dificuldades percebidas durante interações sociais.
Um dos dois domínios diagnósticos centrais do TEA, que inclui movimentos ou uso repetitivo de objetos, insistência em rotinas, interesses fixos e reatividade sensorial atípica.
Conjunto de formas de comunicação, além da fala oral, usadas para expressar pensamentos, necessidades e ideias, incluindo sistemas com e sem apoio de dispositivos externos.