Acomodação razoável
Acomodação razoável é o ajuste necessário e adequado, sem ônus desproporcional ou indevido, que garante à pessoa com deficiência o exercício de direitos em igualdade de condições.
Acomodação razoável é o ajuste necessário e adequado, sem ônus desproporcional ou indevido, que garante à pessoa com deficiência o exercício de direitos em igualdade de condições.
Reciprocidade social é a coordenação de iniciativas, respostas, atenção, emoções e interesses entre pessoas ao longo de uma interação.
Comunicação social é o uso integrado de linguagem verbal, comunicação não verbal, reciprocidade e ajuste ao contexto para iniciar, manter e compreender interações.
Acessibilidade é a condição que permite usar, com segurança e autonomia, espaços, serviços, informações, tecnologias, comunicações e atividades em igualdade de oportunidades.
Modo pelo qual o sistema nervoso recebe, organiza e responde a estímulos do ambiente e do próprio corpo, frequentemente atípico no TEA, incluindo hiper e hiporreatividade sensorial.
Hipótese cognitiva sobre atribuição de estados mentais a si e aos outros, usada na literatura para discutir socialização e autismo.
Resposta neurológica involuntária a sobrecarga que se manifesta como retraimento, redução ou perda temporária da fala, e diminuição da energia disponível, em contraste com a expressão externa do meltdown.
Capacidade de monitorar, avaliar e modular a intensidade e a duração das próprias respostas emocionais para atingir objetivos pessoais ou sociais, frequentemente descrita como processo transdiagnóstico relevante no autismo.
Sistema sensorial que informa a posição, o movimento e o esforço muscular do próprio corpo no espaço, permitindo coordenação motora sem depender exclusivamente da visão.
Conjunto de pessoas, serviços e instituições que ajudam na sustentação emocional, funcional, educacional e, às vezes, financeira de uma pessoa ou família.
Manifestação de habilidades ou marcos de desenvolvimento em idade anterior à esperada para o grupo etário, frequentemente usada como um dos primeiros sinais observáveis de altas habilidades/superdotação.
Preconceitos, práticas e estruturas sociais que colocam pessoas com deficiência ou neurodivergentes em posição de inferioridade em relação a um padrão de funcionamento considerado típico ou desejável.
Fluência, flexibilidade, originalidade de pensamento e curiosidade, um dos três componentes do modelo dos três anéis de Renzulli para o comportamento superdotado, ao lado de habilidade acima da média e envolvimento com a tarefa.
Abordagem de planejamento pedagógico que busca oferecer múltiplas formas de engajamento, representação e ação para reduzir barreiras desde a origem.
Diagnóstico de TEA recebido na adolescência ou na vida adulta, após anos vividos sem identificação clínica formal, frequentemente precedido por anos de camuflagem social sustentada.