Identificação tardia
Reconhecimento de autismo, altas habilidades ou dupla excepcionalidade em idade mais avançada do que a média esperada para o primeiro rastreio.
Reconhecimento de autismo, altas habilidades ou dupla excepcionalidade em idade mais avançada do que a média esperada para o primeiro rastreio.
Estado de concentração intensa e prolongada em uma tarefa ou interesse, relatado por pessoas autistas e por pessoas com TDAH, sem constituir critério diagnóstico oficial isolado em nenhum dos dois quadros.
Capacidade de compreender e responder aos estados mentais e emocionais de outra pessoa; no autismo, a noção de déficit unilateral de empatia tem sido contestada pela teoria do duplo problema de empatia.
Diagnóstico de TEA recebido na adolescência ou na vida adulta, após anos vividos sem identificação clínica formal, frequentemente precedido por anos de camuflagem social sustentada.
Fluência, flexibilidade, originalidade de pensamento e curiosidade, um dos três componentes do modelo dos três anéis de Renzulli para o comportamento superdotado, ao lado de habilidade acima da média e envolvimento com a tarefa.
Preconceitos, práticas e estruturas sociais que colocam pessoas com deficiência ou neurodivergentes em posição de inferioridade em relação a um padrão de funcionamento considerado típico ou desejável.
Processo em que a própria pessoa suspeita ou conclui que pode estar dentro de um perfil, sem confirmação formal de avaliação profissional.
Capacidade de coordenar a atenção entre um objeto e outra pessoa para compartilhar interesse, considerada um marcador precoce do desenvolvimento social e um sinal de alerta relevante para o TEA.
Recursos, mediações e ajustes oferecidos no âmbito da família para sustentar participação, bem-estar, aprendizagem e autonomia da pessoa autista ou com altas habilidades/superdotação.
Condição do neurodesenvolvimento caracterizada por diferenças persistentes na comunicação e interação social e por padrões restritos ou repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, com grande variação de capacidades e necessidades de apoio.
Baixa taxa de reconhecimento formal de um grupo em relação à sua presença real, geralmente por vieses de acesso, interpretação ou avaliação.
Estado de sofrimento ou desorganização que ocorre quando estímulos sensoriais excedem a capacidade momentânea da pessoa de processá-los, filtrá-los ou responder a eles.
Conjunto de processos de controle cognitivo, como memória de trabalho, inibição, planejamento e flexibilidade, que apoiam a organização do comportamento orientado a objetivos.
Subgrupo da população autista historicamente subdiagnosticado, devido a critérios diagnósticos originalmente calibrados em amostras majoritariamente masculinas e a maior tendência à camuflagem social.
Teoria do autismo, desenvolvida por pessoas autistas, segundo a qual a atenção tende a concentrar-se intensamente em poucos interesses de cada vez, em contraste com a distribuição mais ampla de atenção descrita como politropismo.