Crime Organizado no México e Brasil: Lições para o País
Crime organizado no México e Brasil expõe os limites da repressão penal e os riscos de repetir trajetórias já fracassadas na política de segurança pública.
Crime organizado no México e Brasil expõe os limites da repressão penal e os riscos de repetir trajetórias já fracassadas na política de segurança pública.
O Estado ignora a capacidade adaptativa do crime. Você vai continuar combatendo sistemas vivos com ferramentas inertes ou mudará o regime?
Entender as dimensões da violência ajuda a identificar danos invisíveis e decisões assimétricas antes que o conflito se torne agressão aberta.
Dependência química no DF exige respostas diferentes. Encontre a análise certa sobre lei, financiamento, território, liberdade e proteção.
Entenda as bases de um cuidado para dependência química com avaliação integral, percursos diversos, transição urbana e acompanhamento prolongado.
Capacidade pública em circulação permite que experiências locais alterem políticas nacionais e fortaleçam a autonomia federativa.
Gravidade não equivale a iminência. Entenda o que precisa justificar, documentar e revisar uma internação sem consentimento.
A expressão internação involuntária no DF voltou ao centro do debate com a aprovação da Lei nº 7.923/2026. Apresentada como parte de uma política de… Continue a ler »Internação involuntária no DF: de onde veio a nova lei
Entenda por que o financiamento do acolhimento deve sustentar uma rede diversificada, com percursos definidos pelas necessidades individuais.
A política pode contar vagas, internações e altas sem saber o que aconteceu depois. Entenda por que o DF precisa de sensores de adaptação.
Dependência química e tráfico podem se combinar por meio de dívidas, coerções, funções informais e vínculos territoriais. .
Dependência química e segurança pedem coordenação para proteger a pessoa, as famílias e a comunidade sem transformar internação em pena.
Entenda como os acoplamentos da governança criminal conectam crime, Estado, mercados e território, e por que identificá-los muda a resposta.
O IBRALC abre a construção coletiva de um guia para captar deslocamentos, recomposição criminal e aprendizagem institucional.
Violência e criminalidade se relacionam, mas não são a mesma coisa. O diagnóstico melhora quando pobreza deixa de ser causa única.
Crime organizado brasileiro exige precisão: rótulos fortes podem parecer rigor, mas pioram a resposta quando distorcem o diagnóstico.
Articular políticas públicas exige mais do que coordenação formal: requer autoridade, informação e capacidade em circulação.
Fricção Analítica não é demora. É disciplina para agir sem transformar a operação em previsibilidade explorável.