Crime Organizado no México e Brasil: Lições para o País
Crime organizado no México e Brasil expõe os limites da repressão penal e os riscos de repetir trajetórias já fracassadas na política de segurança pública.
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O Estado ignora a capacidade adaptativa do crime. Você vai continuar combatendo sistemas vivos com ferramentas inertes ou mudará o regime?
Entender as dimensões da violência ajuda a identificar danos invisíveis e decisões assimétricas antes que o conflito se torne agressão aberta.
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Infiltração do crime organizado: Tartaglia mostra como corrupção, lavagem e cárcere ampliam capacidades fora da estrutura formal.
Como influenciar a decisão criminosa? O artigo conecta punição, pertencimento, coerção, território e custo de sair de redes ilícitas.
Entenda como a inteligência econômico-setorial pode revelar sinais nas cadeias produtivas e fortalecer a resposta ao crime organizado.
Do cárcere à economia formal: veja quatro questões que atravessaram o Congresso FIESP de Segurança Pública e merecem continuar.
O parecer do Senador Rogério Carvalho preserva a arquitetura da PEC 18/2025 construída na Câmara. Entenda o que isso significa.
O debate sobre maioridade penal pode avançar além dos 16 ou 18 anos. O SINASE mostra o que muda quando a lei encontra instituições reais.
Visitas de saúde e primeira infância revelam uma capacidade pouco explorada: perceber mudanças familiares antes que o dano se consolide.
Prisões e apreensões registram resultados. Veja como acompanhar a reação criminal e reconhecer quando a estratégia precisa mudar.
Resultados mostram o que mudou. Sensores de adaptação ajudam a entender como pessoas, redes e mercados se reorganizaram.
Estabilidade, adaptação e desorganização podem coexistir. O regime ajuda a entender como o sistema está funcionando agora.
A Estratégia Kingpin ganha precisão quando o analista observa o que se rompe, o que retorna e quanto custa substituir uma liderança.
Da experiência com o SINASE à ciência da complexidade, explico como relações, poder e adaptação mudaram minha forma de analisar problemas públicos.
Em sistemas adaptativos, uma relação crítica hoje pode perder importância amanhã. Descubra por que isso muda a estratégia.
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